sábado, 22 de julho de 2017

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“Se tivéssemos negado a fé, eles nos deixariam em paz”.

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Uma das sobreviventes do massacre de 29 cristãos egípcios em Minya em maio desse ano disse que os terroristas do Estado islâmico forçaram as mulheres a sair do ônibus e ordenaram que renunciassem à fé em Cristo, mas as coptas recusaram.

Hospitalizada, Mariam Adel, uma jovem mãe cujo marido e nove de seus parentes foram mortos no ataque, foi entrevistada pelo Financial Times.

Adel disse que os jihadistas abriram fogo contra o ônibus que levava cristãos para um mosteiro no deserto. Quando os terroristas entraram no ônibus, os homens eram mortos. Quanto às mulheres, os radicais ordenaram-lhes que se convertessem ao Islã.

“Renunciar à nossa fé? Claro que não”, disse Adel comentando sobre a reação das mulheres. “Se tivéssemos renunciado, eles poderiam ter nos deixado fora do ônibus e nos tratado bem. Mas nós só aceitamos Jesus e estamos confiantes de que ele não nos deixará”.

O ISIS roubou das mulheres suas joias de ouro e telefones celulares, levando o que eles descreveram como “espolio da guerra”.

A minoria da população copta do Egito sofreu muito nas mãos dos terroristas islâmicos no ano passado. Os bombardeios em Tanta e Alexandria em abril mataram 45 pessoas, houve vários outros ataques isolados também.

Outros sobreviventes do massacre de Minya, como a estudante de 10 anos, Mina Habib, também se abriram sobre sua terrível experiência.

Habib, cujo pai foi uma das vítimas do ISIS, disse à Reuters em junho:

“Eles pediram para meu pai se identificar e que proferisse a fé islâmica. Ele recusou, disse que era cristão. Eles atiraram nele e em todos os outros dentro do ônibus”.

A menina acrescentou: “Toda vez que atiraram em alguém, eles gritavam “Allahu Akbar” (Deus é grande). Com informações Christian Today

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