quinta-feira, 11 de agosto de 2016

Não orem para que a perseguição acabe.

Representante da igreja sofredora diz que o plano de Deus “está funcionando perfeitamente"
O plano de Deus para o Oriente Médio está “funcionando perfeitamente”, ainda que a perseguição dos cristãos aparentemente piore a cada dia. Essa mensagem inesperada foi transmitida por uma mulher cristã que representa líderes da Igreja naquela região.
Usando o pseudônimo de “Maryam” para fins de segurança, ela está nos Estados Unidos para compartilhar sobre a fé dedicada em meio a situação difícil vivida pelos seguidores de Jesus no Oriente Médio.
Falando na Igreja Batista Meadowbrook, em Gadsden, Alabama, ela contou que seu pai foi condenado a seis meses de prisão somente por que se queixou à polícia de um muçulmano que estava bloqueando a entrada de sua loja, ameaçando mata-lo e a toda a sua família. Por ser um cristão, as autoridades não lhe deram atenção, mandando que ele esquecesse a história.
Tempos depois, o pai de Maryam foi agredido fisicamente e voltou à polícia para prestar queixa. Novamente o caso foi arquivado. Contudo, quando foi este muçulmano que reclamou de ter sofrido agressão, o pai de Maryam foi preso por agressão e ter feito “ameaças de morte” ao seu acusado.
Ela mesma sofreu assédio e agressões físicas porque não se curvou aos padrões fundamentalistas que forçam mulheres a cobrir seu cabelo. Narra que foi cercada na rua por três rapazes e eles começaram a insultá-la. “Eles gritaram em voz alta: Cubra seu cabelo!”, lembra. Afirma que jogaram pequenas pedras nela.
Porém, ela diz entender que os cristãos ocidentais só veem a perseguição como uma coisa ruim. Maryam e muitos outros cristãos do Oriente Médio acreditam que isso faz parte do evangelho. “Na verdade, o que me incentivou, incentivou a minha fé, incentivou a minha igreja, encoraja a todos os cristãos na região, é que a Igreja está aumentando.”
O relato que ela faz é similar a outros que tem sido divulgado nos últimos meses, quando mais os radicais assassinam e perseguem os que chamam de “infiéis” – em nome de Allah – maior é o número de muçulmanos que começam a abrir os olhos e fazer perguntas sérias sobre a religião que os faz arriscar suas vidas.
“Muitos muçulmanos estão confusos sobre o que está acontecendo agora. Muitos deles estão perguntando: ‘Quem é esse Deus chamado Allah que ordena que as pessoas sejam mortas?'”, sublinhou. Maryan diz que a maioria está confusa “Ficam perguntando sobre o Estado Islâmico e sobre o que está acontecendo. Nós conversamos com eles e pedimos: Por favor, abra o Alcorão e pesquise o que está escrito”. Acredita que isso os faz repensar seus caminhos.
Um milhão de novos convertidos
Por questões de segurança ela não diz de onde vem, mas enfatiza que naquele país há mais de um milhão de novos convertidos que são ex-muçulmanos. Um dos pastores com quem ela trabalha já batizou seis mil desde que a guerra começou, algo antes impensável.
“Não temos medo nem nos preocupamos se a perseguição aumentará. Estamos vendo que este é o tempo de Deus…. o Senhor está trabalhando de maneira perfeita no Oriente Médio”, comemora.
Encerrou sua fala pedindo que os cristãos que gozam de liberdade continuem orando pelos seus irmãos perseguidos, mas não para que a perseguição acabe. “Ore para que sua coragem, sua disposição, sua fé e que todos possam ser testemunhas do agir de Deus e da obra que Ele faz em nossas vidas.”  Com informações Christian Post

SOBRE O AUTOR

Rinaldo Ribeiro

Colunista & Editor

Mas vós sois a geração eleita, o sacerdócio real, a nação santa, o povo adquirido [...]" 1 Pedro 2:9a.

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