quinta-feira, 17 de dezembro de 2015

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O bloqueio temporário do WhatsApp no Brasil: fim do mundo?

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Nesta quarta-feira (16) a Justiça brasileira decretou o bloqueio do WhatsApp - aplicativo mais usado no mundo para conversas instantâneas através de telefones celulares.

O bloqueio por 48 horas, a contar das 0h desta quinta-feira (17/12) deu o que falar!

O que motivou tal ação segue em segredo de justiça. Todas as operadoras móveis do País acataram a decisão e bloquearam o uso do programa. O rumor é que a empresa (WhatsApp) se negou a liberar à Justiça uma conversa envolvendo criminosos - um caso de pedofilia - atrapalhando a elucidação do caso.

No Facebook e em todas as redes sociais o tema é explorado à exaustão pelos usuários, que expressam uma dependência assustadora ao aplicativo.

O comportamento e as declarações se dão num nível que parece que no curso das 48 horas de proibição (quinta e sexta) não haverá sol. Bem assim: dramático, apocalíptico.

É verdade que ferramentas como o aplicativo em questão facilitam a comunicação entre as pessoas onde quer que elas estejam - ainda mais em tempos em que devido ao "corre corre" precisamos estabelecer contato rápido e objetivo. E isso é muito bem vindo. Mas não podemos exagerar na dose criando ligação excessiva e doentia com algo como temos visto. Vemos pessoas vidradas no celular transmitindo o tempo inteiro informações sem nenhum equilíbrio ou bom senso. Deixando tantas questões mais prioritárias de lado.

Muitas vezes estão infelizes, mas nos diálogos sustentam com frequência o famoso “kkkkkkkkkkk”.

O desespero é generalizado pelo bloqueio temporário. Fico me perguntando o que seria se fosse uma suspensão decisiva. É como se não houvesse vida antes do programinha!

Essa pode ser uma oportunidade de se desintoxicar um pouco da dependência ou até do vício - tão prejudicial.

É surpreendente que até muitos conhecedores da Palavra prefiram navegar no raso da fé também aderindo a este tipo de comportamento.

Fico me perguntando qual seria a reação destes “conhecedores” se por um acaso houvesse a proibição da oração. Já pensou? Tente imaginar! Será que haveria tanta mobilização, protesto e celeuma como temos visto por causa de um mero programa digital?

Vamos dialogar mais com Deus. Ele não somente visualiza nossa mensagem (nossa oração) como nos responde. Como resposta Ele não irá transmitir sentimentos irreais, muitas vezes falsos, superficiais e mascarados através de “emoticons”, como os diálogos desta terra. Mas transmitirá Sua paz e providência real na vida de todo aquele que O busca.

A oração ainda é o maior meio de comunicação existente. Sim! Ela nos aproxima mais de Deus e nos faz alcançar a Sua misericórdia. É um mergulho. E a cada vez que fazemos treinamos nossos pulmões: ficamos aptos a mergulhos cada vez mais profundos.

Sabe qual o melhor de tudo? Nenhum sistema ou decreto NO MUNDO pode interrompê-la, impedi-la, a não ser você mesmo.

O maior e melhor “programa” de comunicação entre Deus e a humanidade ainda está à disposição de todos, trazendo resultados surpreendentes e eternos.

Vamos deixar de priorizar as coisas pequenas e medíocres? Que tal priorizarmos o nosso relacionamento com Deus?

Vamos deixar de drama! Existem coisas mais importantes, que as coisas menos importantes não deixam a gente enxergar.

O convite deste post é para evolução. Minha. Sua. Nossa.

Para o Geração Jovem,

Vinicius Brito - www.diantedoreino.org

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