sábado, 31 de janeiro de 2015

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Carnaval, tudo são flores mesmo?

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Durante o mês de fevereiro, acontece uma das festas mas esperadas no Brasil, o Carnaval. Ao contrário do que muitos pensam, essa comemoração  surgiu na Europa durante a Era Vitoriana e se espalhou pelo adaptando-se outras culturas, e não no Brasil.
Uma festa conhecida pela alegria e que atrai a muitos, principalmente os mais jovens, possui outros elementos que precisam ser analisados além da diversão. No decorrer do dias de comemoração, vemos pelo  o apelo sexual explícito durante os desfiles, pessoas que abusam do álcool e das drogas, o incentivo para pratica sexual, a pornografia e o livre acesso de jovens e adolescentes a tudo isso.
Além de todos esses elementos, existem consequências em vários segmentos, como na economia por exemplo.
Ainda nesse contexto, as DSTs são frequentes nesse meio onde tudo é permitido. Estimavas da Organização Mundial da Saúde  (OMS) citam que ocorre a cada ano, no mundo, mas de 340 milhões de novos casos de doenças sexualmente transmissíveis. Pelo fato de a boca ser um local repleto de bactérias,  o beijo, um ato hoje banalizado, ao contrário do que muitos imaginam, pode transmitir, através de saliva, doenças com herpes, dor de garganta e mononucleose.
Portanto, temos este entre tantos motivos para ficarmos alertas no Carnaval; nesse contexto, podemos aplicar a antiga lei da física, em que toda ação requer uma reação, e que nem tudo são flores.
AD News edição de fevereiro número 24

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