quarta-feira, 1 de julho de 2015

Pecado desfeito como a nuvem.

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“Desfaço as tuas transgressões como a névoa e os teus pecados, como a nuvem; torna-te para mim, porque eu te remi…” (Isaías 44.22)

Observe atentamente o símile instrutivo: nossos pecados são como uma nuvem. Como as nuvens são de muitas formas e tons, assim são as nossas transgressões. Como as nuvens obscurecem a luz do sol, e escurecem a paisagem abaixo, por isso os nossos pecados escondem de nós a luz do rosto do Senhor, e nos levam a sentar na sombra da morte. São coisas nascidas da terra, e ressuscitam dentre os charcos de nossa natureza, e quando assim coletados a sua medida está cheia, eles nos a
Que o nosso olhar alegre repouse sobre o notável ato da divina misericórdia – “desfazendo as nuvens de pecados” – o próprio Deus aparece em cena, e em benignidade divina, ao invés de manifestar a sua ira, revela a sua graça: ele de uma vez e para sempre efetivamente remove o mal, não soprando para longe a nuvem, mas apagando-a da existência de uma vez por todas. Contra o homem justificado nenhum pecado permanece, a grande operação da cruz tem eternamente removido suas transgressões dele. No cume do Calvário o grande feito, pelo qual o pecado de todos os escolhidos foi para sempre lançado fora, foi completa e efetivamente realizado.
Vamos obedecer de modo prático o mandamento gracioso: “torna-te para mim”. Por que pecadores perdoados deveriam viver distantes do seu Deus? Se temos sido perdoados de todos os nossos pecados, vamos sem temor legal acessar com mais ousadia ao nosso Senhor. Vamos lamentar as apostasias, mas não vamos perseverar nelas. Lutemos bravamente, no poder do Espírito Santo, para retornarmos a uma maior e possível proximidade de comunhão com o Senhor. E que o Senhor nos restaure neste dia!
meaçam com vendavais e tempestades. Ai de mim! que, ao contrário das nuvens, nossos pecados, não nos dão chuvas, mas ameaçam nos inundar com um dilúvio de fogo de destruição. Ó nuvens negras do pecado, como pode ser bom tempo nas nossas almas enquanto vocês permanecerem?
Texto de autoria de Charles Haddon Spurgeon, traduzido e adaptado pelo Pr Silvio Dutra.

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