quarta-feira, 25 de março de 2015

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5 Razões para evitar a Masturbação.

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  1. Masturbar causa um odor cada vez mais forte na cabeça pênis (O pênis é um músculo, porém quando usado muito, pode causar cada vez mais um cheiro desagradável, mesmo lavando ele direitinho)
  2. Masturbação pode deixar a cabeça do pênis cada vez mais sensível ao toque.
  3. Masturbação constante pode deixar o pênis mais flágido.
  4. Masturbação pode levar a ejacução muito rápido na pratica sexual.
  5. Masturbação pode juntar mais sujeira no pênis devido a sensibilidade ao toque, por isso a dificuldade para lavá-lo.
Lembrando que se você estiver lutando contra esse "vício" pelo próprio pênis, nunca pense em desistir!! Veja o quanto você consegue resistir, e caso você pratique esse ato lembre-se de pedir perdão a Deus.

Quer mais?!

O vício da masturbação é tão persistente que muitos adolescentes entram para a vida adulta e (mesmo depois de casados) acabam persistindo no erro.


Há algumas maneiras de se evitar a masturbação:


Evite leituras, filmes ou situações que sugiram pensamentos impuros ou eróticos; use vestuário saudável e sem compressão de qualquer parte do corpo, em especial dos órgãos sexuais; procure tomar banho diariamente, mantendo os órgãos sexuais sempre limpos.


No namoro, cuidado especial com as carícias; mantenham a pureza e não façam nada que também conduza a pensamentos impuros ou a atitudes condizentes com a vida matrimonial. Esperem o momento certo (casamento) para liberar essas "energias contidas".


"Excitantes histórias de amor, fotografias impuras têm uma influência corruptora... fotografias de mulheres nuas circulam freqüentemente para venda. ... O coração é corrompido através da imaginação. ... Evitai leituras e a contemplação de coisas que sugiram pensamentos impuros" (Ellen G. White, Testimonies, vol. 2, pág. 410).


Hábitos de vida saudável, como alimentação natural e caminhadas ao ar livre, também ajudam muito. O jovem tem muita energia e disposição, por isso precisa empregá-la em atividades saudáveis e que tragam bem-estar.


Agora, como qualquer tipo de pecado ou vício, a masturbação deve ser tratada com seriedade e o problema ser alvo de oração, em busca do poder de Cristo para vencer. Lembre-se que uma ação constantemente repetida forma hábitos, e os hábitos formam o caráter. O mal começa na mente, por isso, como bem frisou Ellen White, é preciso proteger a cidadela da mente contra as más influências.


O capítulo 10, do livro Consultório Psicológico (Casa), traz alguns esclarecimentos a respeito do assunto. Aqui transcrevo apenas uma parte (vale a pena ler o livro):


“A masturbação tem algumas influências prejudiciais em potencial. Ela pode causar culpa intensa. Pode aumentar o egoísmo pois a pessoa pode contentar-se em ter prazer sozinha. Pode baixar a auto-estima, levando à depreciação própria, ao desânimo e à depressão. Pode produzir mais tensão quando a pessoa já está tensa.


“O que pode ajudar a lidar com a compulsão de masturbar-se:


1. Verificar se há problemas físicos como irritações na pele ou infecções.

2. Evitar concentrar-se em fantasias eróticas ou sexuais, evitando ler, ver e ouvir aquilo que produz maus pensamentos.
3. Auto-analisar-se em busca de compreender se não está havendo solidão, tédio, tensão crônica no lar, excessiva pressão escolar, ao invés de concentrar-se na própria masturbação em si, querendo resolver a sua prática habitual sem avaliar as questões que estão envolvidas com ela.
4. Não supervalorizar a masturbação que ocorre esporadicamente como se fosse um pecado terrível. É um pecado que Deus perdoa, se você deseja perdão.
5. Os pais devem avaliar se não estão exercendo excessiva crítica sobre o filho, o que pode ocorrer por causa de seus próprios hábitos de masturbação do passado. Um pai ou mãe que se masturbou excessivamente e que não resolveu a culpa ainda, pode punir exageradamente o filho, como se fazendo assim expiassem a própria culpa.
6. Os pais devem explicar para os filhos o que é a sexualidade humana, o que é excitação, o que é masturbação, entre outras questões da sexualidade humana.
7. Os pais precisam criar um relacionamento com os filhos que os encorajem a falar abertamente sobre esses assuntos.
8. Avalie a sensibilidade da criança diante da presença de outras pessoas quando você for falar. Lembre-se: crianças de uma mesma família têm sensibilidades diferentes. O mais importante não se relaciona tanto com as palavras que você dirá, mas quão confortável e descontraído se sente ao falar com o filho sobre o assunto.
9. Jovens e adultos devem procurar envolver-se mais com as pessoas e descobrir a satisfação que existe no contato social e de amizades sem envolvimentos sexuais.
10. Peça ajuda a Deus, orando sobre o assunto. Seja franco com Ele, usando palavras diretas, sinceras, objetivas, pedindo Sua graça para vencer.”
FONTE:TEENSDABhttp://wp.zap.com.br/empregos//2009/07/jovem-profissional-zoofyt.jpgLEIA

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